<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6449892</id><updated>2011-09-15T21:19:19.911-03:00</updated><title type='text'>webdeleuze.BR</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://webdeleuze.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6449892/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://webdeleuze.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Francisco Fuchs</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>5</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6449892.post-5102754272187644332</id><published>2009-04-17T19:45:00.003-03:00</published><updated>2009-04-17T20:03:57.969-03:00</updated><title type='text'>Apoio da EdUFF</title><content type='html'>Hoje trago para cá duas notícias, uma excelente, outra má. Primeiramente, a má: o projeto descrito na primeira nota deste blogue foi abandonado ou indefinidamente adiado. A Unitevê não demonstrou o menor interesse pela produção dos programas e eu simplesmente cansei de esperar. Deleuze, por sinal, não gostava de TV; e ao que parece, a recíproca é verdadeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em compensação, há uma boa, uma excelente notícia: o diretor da &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;EdUFF&lt;/span&gt; (Editora da Universidade Federal Fluminense), Prof. Mauro Romero, acolheu o projeto de tradução e publicação das aulas de Deleuze. Graças a esse apoio, estou a partir de agora trabalhando em tempo integral nas traduções, que (obviamente) continuarão a ser publicadas no sítio &lt;span style="font-style: italic;"&gt;webdeleuze.com&lt;/span&gt;. Mais uma aula sobre Spinoza, já em fase de revisão, será publicada em breve, juntamente com a versão revista da aula de 24/01/1978.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por falar em revisões, gostaria de pedir um favor a todas as pessoas que espelham (republicam) estas aulas na Internet: de tempos em tempos, visitem este blogue, verifiquem se as traduções passaram por alguma revisão e atualizem os espelhos. Obrigado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6449892-5102754272187644332?l=webdeleuze.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6449892/posts/default/5102754272187644332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6449892/posts/default/5102754272187644332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://webdeleuze.blogspot.com/2009/04/apoio-da-eduff.html' title='Apoio da EdUFF'/><author><name>Francisco Fuchs</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6449892.post-115697480243203524</id><published>2006-08-30T18:51:00.002-03:00</published><updated>2008-09-24T04:39:07.077-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span class="alter"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Spinoza - 25/11/1980&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As traduções foram finalmente retomadas. Acaba de ser publicada a aula sobre &lt;a href="http://www.webdeleuze.com/php/texte.php?cle=219&amp;amp;groupe=Spinoza&amp;amp;langue=5"&gt;Spinoza (25/11/1980)&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tradução desta bela aula não suscitou maiores dificuldades. A única digna de nota é uma pequena inconsistência conceitual no texto original:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="alter"&gt;"L'Un fait être, donc il n'est pas, il est supérieur à l'être. Ça, ce sera le langage de la pure émanation: &lt;i&gt;l'Un émane de l'Être&lt;/i&gt;. C'est à dire que l'Un ne sort pas de soi pour produire l'Être, parce qu'il sortait de soi il deviendrait Deux, mais l'Être sort de l'Un."&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A frase grifada diz, literalmente, "O Um emana do Ser", quando deveria ser precisamente o contrário: "O Ser emana do Um". Essa inconsistência não escapou ao tradutor para o inglês, que registrou "the One emanates Being" (O Um emana o Ser), nem ao tradutor para o italiano, que entretanto preferiu não se comprometer e simplesmente assinalou a inconsistência com um "sic": "l'Uno emana dall'Essere [sic]". Desse modo, em português a passagem ficou assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="alter"&gt;"O Um faz Ser, portanto ele não é, ele é superior ao Ser. Essa será a linguagem da pura emanação: &lt;i&gt;do Um emana o Ser&lt;/i&gt;. Ou seja, o Um não sai de si para produzir o Ser, pois se ele saísse de si ele se tornaria Dois; mas o Ser sai do Um."&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6449892-115697480243203524?l=webdeleuze.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6449892/posts/default/115697480243203524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6449892/posts/default/115697480243203524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://webdeleuze.blogspot.com/2006/08/spinoza-25111980-as-tradues-foram.html' title=''/><author><name>Francisco Fuchs</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6449892.post-108264420819351863</id><published>2004-04-22T11:30:00.004-03:00</published><updated>2008-09-25T15:06:46.529-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span class="alter"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Nota sobre a tradução da aula de 24/01/1978&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem duas fontes distintas da aula de 24/01/1978 sobre Spinoza: a versão &lt;i&gt;online&lt;/i&gt;, apresentada em HTML para &lt;a href="http://www.webdeleuze.com/php/texte.php?cle=11&amp;amp;groupe=Spinoza&amp;amp;langue=1"&gt;leitura na tela&lt;/a&gt;, e a versão em RTF, para &lt;a href="http://www.webdeleuze.com/rtf/fr/Spinoza/240178.zip"&gt;download&lt;/a&gt;. Note-se em primeiro lugar que a versão RTF contém um trecho final que está ausente na versão &lt;i&gt;online&lt;/i&gt;. Fora isso, as diferenças entre essas duas fontes não são muito grandes, mas são consideráveis. Por exemplo, na &lt;a href="http://www.webdeleuze.com/php/texte.php?cle=11&amp;amp;groupe=Spinoza&amp;amp;langue=1"&gt;versão online&lt;/a&gt; se lê (os itálicos são meus):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="alter"&gt;Lorsque je disais, dans ma première différence idée-affect, que &lt;i&gt;l'idée&lt;/i&gt; c'est le mode de pensée qui représente rien, &lt;i&gt;l'affect&lt;/i&gt; c'est le mode de pensée qui ne représente rien, je dirais en termes techniques que ce n'était qu'une simple définition nominale, ou, si vous préférez, extérieure, extrinsèque.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa passagem, é nítido que Deleuze se equivoca ("l'idée") e imediatamente se corrige ("l'affect"). Portanto, não há nenhuma necessidade de transcrever a primeira oração; ao contrário, em função da clareza do texto, o melhor a fazer é suprimi-la. Foi o que decidi fazer:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="alter"&gt;&lt;strong&gt;Quando eu dizia, na minha primeira distinção idéia-afeto, que o afeto é o modo de pensamento que não representa nada, eu diria em termos técnicos que se tratava de uma simples definição nominal, ou, se preferirem, exterior, extrínseca.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Note-se que a oração suprimida foi colocada entre parênteses nas traduções para o espanhol e para o inglês, e foi mesmo assinalada com um ponto de interrogação [?] na versão inglesa, indícios de que minha solução estava longe de ser absurda. Assim, não foi exatamente com surpresa que verifiquei que na &lt;a href="http://www.webdeleuze.com/rtf/fr/Spinoza/240178.zip"&gt;segunda versão do texto&lt;/a&gt; - posterior às traduções mencionadas - essa mesma oração também havia sido suprimida:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="alter"&gt;&lt;strong&gt;Lorsque je disais, dans ma première différence idée-affect, que l'affect c'est le mode de pensée qui ne représente rien, je dirais en termes techniques que ce n'était qu'une simple définition nominale, ou, si vous préférez, extérieure, extrinsèque.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa passagem ratifica o acerto da minha decisão e, o que é ainda mais importante, confirma que a segunda versão do texto passou por uma (proveitosa) revisão. Assim, quase todas as vezes em que encontrei pequenas discrepâncias - sobretudo de acentuação - entre as duas versões do texto, dei preferência à segunda.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6449892-108264420819351863?l=webdeleuze.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6449892/posts/default/108264420819351863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6449892/posts/default/108264420819351863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://webdeleuze.blogspot.com/2004/04/nota-sobre-traduo-da-aula-de-24011978.html' title=''/><author><name>Francisco Fuchs</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6449892.post-108233280875885925</id><published>2004-04-18T21:00:00.007-03:00</published><updated>2008-09-25T17:00:52.899-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Spinoza - Cours Vincennes - 24/01/1978&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi publicada hoje a &lt;a href="http://www.webdeleuze.com/php/texte.php?cle=194&amp;amp;groupe=Spinoza&amp;amp;langue=5"&gt;tradução da aula de 24/01/1978&lt;/a&gt;, em que Deleuze explica o que é idéia e afeto em Spinoza. Trata-se de uma aula de grande interesse tanto para filósofos quanto para não-filósofos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como todos sabem, traduzir é necessariamente trair; mas há muitas maneiras de trair, e a melhor traição é aquela que recria ou transcria. Uma boa tradução requer ao mesmo tempo rigor e ousadia. Os critérios que utilizei para fazer essa tradução, &lt;i&gt;em ordem de importância&lt;/i&gt;, são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(1) Fidelidade ao &lt;i&gt;sentido&lt;/i&gt; do discurso de Deleuze.&lt;br /&gt;(2) Clareza do texto.&lt;br /&gt;(3) Respeito às peculiaridades de um discurso oral proferido numa sala de aula.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jamais se poderá ressaltar com força suficiente as dificuldades envolvidas na tradução de um discurso oral que foi posteriormente transcrito. Houve pelo menos um caso em que eu fui obrigado a corrigir o próprio texto original. Os itálicos são meus:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Une &lt;i&gt;idée-notion&lt;/i&gt; ne concerne plus l'effet d'un autre corps sur le mien, c'est une idée qui concerne et qui a pour objet la convenance ou la disconvenance des rapports caractéristiques entre les deux corps. &lt;i&gt;Si il y a une idée telle&lt;/i&gt; - on ne sait pas encore si il y en a, mais on peut toujours définir quelque chose quitte à conclure que ça ne peut pas exister -, &lt;i&gt;c'est ce qu'on appellera une définition nominale.&lt;/i&gt; Je dirais que la définition nominale de la notion c'est...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se vê, essa passagem é sobre a "idéia-noção" ou "noção", a "noção comum" de Spinoza. Ora, pontuada da maneira que está, essa passagem acaba induzindo o leitor a pensar &lt;i&gt;que esse tipo de idéia (a noção comum), caso exista, é uma definição nominal&lt;/i&gt;, o que simplesmente não faz nenhum sentido. O que Deleuze está dizendo é que (1) não se sabe (ainda) se esse tipo de idéia existe, e que (2) antes mesmo de sabermos se ela existe ou não, podemos propor sua definição nominal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como esse equívoco na pontuação do texto está presente no original em francês, todos os tradutores, sem exceção, acabaram perpetuando-o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, Deleuze começou com uma oração condicional:  "Se existe esse tipo de idéia...", mas logo em seguida fez uma rápida digressão sobre o que é uma definição nominal. Eu poderia ter mantido a frase como está, modificando apenas sua pontuação, &lt;i&gt;mas não ficaria tão claro quanto poderia&lt;/i&gt;. Por isso optei por transformar a oração condicional numa interrogação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma &lt;i&gt;idéia-noção&lt;/i&gt; já não diz respeito ao efeito de um outro corpo sobre o meu, é uma idéia que concerne e que tem por objeto a conveniência ou a inconveniência das relações características entre os dois corpos. &lt;i&gt;Existe esse tipo de idéia?&lt;/i&gt; Não sabemos ainda se existe, mas sempre é possível definir alguma coisa, mesmo que seja para concluir em seguida que ela não pode existir: é o que se chama de definição nominal. Eu diria que a definição nominal de noção é...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, se por vezes é preciso trair a letra para não trair o espírito, há ocasiões na quais, em nome do espírito, é preciso trair até mesmo o "original" - sobretudo quando não se trata de um texto escrito e revisado pelo próprio autor, mas da transcrição de uma fala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, estas aulas revelam com muita clareza uma faceta talvez menos conhecida de Deleuze: a de (grande) "historiador da filosofia", e principalmente a de &lt;i&gt;professor&lt;/i&gt;, preocupado ao mesmo tempo em facilitar a compreensão de conceitos e de problemas filosóficos vitais. Aqueles que tiveram a oportunidade de assistir às aulas de Cláudio Ulpiano, pensador incomparável e introdutor do pensamento de Deleuze no Brasil, perceberão que se trata de uma mesma "escola", que sabe aliar uma extrema frieza - o rigor absoluto do conceito - ao tórrido subterrâneo que diz respeito à nossa vida de todos os dias, aos nossos modos de vida, à nossa escravidão e à nossa liberdade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6449892-108233280875885925?l=webdeleuze.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6449892/posts/default/108233280875885925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6449892/posts/default/108233280875885925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://webdeleuze.blogspot.com/2004/04/spinoza-cours-vincennes-24011978-foi.html' title=''/><author><name>Francisco Fuchs</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6449892.post-107627138027315407</id><published>2004-02-08T18:15:00.005-02:00</published><updated>2008-09-25T15:21:56.056-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Web Deleuze Brasil&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este blogue foi criado como um informativo sobre o trabalho de tradução dos cursos e conferências do filósofo francês Gilles Deleuze para o Português. Elas estarão disponíveis no sítio oficial &lt;a href="http://www.webdeleuze.com/php/index.html"&gt;webdeleuze&lt;/a&gt;, publicado sob a responsabilidade de Richard Pinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, a partir de 2005 eu irei produzir uma série de programas de TV que veicularão o conteúdo integral de algumas dessas aulas e conferências. Portanto, são duas iniciativas distintas porém complementares: a tradução dos textos de Gilles Deleuze para o Português e a posterior produção dos programas de TV. Também está nos meus planos o lançamento de arquivos de áudio digital (em formato &lt;a href="http://www.vorbis.com/"&gt;OGG&lt;/a&gt;) com o áudio dos programas de TV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, os telespectadores (e os internautas em geral) poderão se beneficiar do acesso gratuito aos textos veiculados na TV, que estarão disponíveis (em português) no sítio &lt;a href="http://www.webdeleuze.com/php/index.html"&gt;webdeleuze&lt;/a&gt;. Pessoas com deficiência visual terão acesso ao áudio dos programas de TV e também aos arquivos de áudio digital que serão futuramente distribuídos na Internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As traduções serão devidamente registradas na Biblioteca Nacional e obviamente não poderão ser publicadas comercialmente sem o meu consentimento. Eu me reservo o direito de, num momento posterior, reuni-las para publicação em livro. Por outro lado, elas poderão ser livremente copiadas e utilizadas para fins não-lucrativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já os programas de TV, que serão produzidos no Instituto de Artes e Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense (Unitevê/IACS/UFF) serão colocados &lt;i&gt;sob domínio público&lt;/i&gt; e estarão disponíveis, sem ônus, para todos os interessados em fazer sua veiculação em escolas, universidades e em outras emissoras, públicas ou privadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira série de traduções (e de programas) será dedicada às aulas de Deleuze sobre Spinoza.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6449892-107627138027315407?l=webdeleuze.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6449892/posts/default/107627138027315407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6449892/posts/default/107627138027315407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://webdeleuze.blogspot.com/2004/02/este-blog-est-sendo-criado-para-dar.html' title=''/><author><name>Francisco Fuchs</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry></feed>
